
Era uma vez uma menina, igual a todas as outras e diferente de todos.
Aos oito anos já recebia mochos, pois estes são o sÃmbolo da inteligência...
A menina tinha o cabelo curto numa terra de Rappunzeis, usava calças enquanto todas as outras usavam saias. Desde cedo se apercebeu que a beleza não a tinha contemplado. Quando viam a sua irmã exclavam sempre a sua beleza e para si guardavam os elogios de estar grande, crescida e esperta.
Assim cresceu...
Nunca foi brilhante, era uma aluna média, mas sempre lhe diziam os professores que tinha capacidade para mais, só que não era aplicada... A verdade é que a menina sempre andou com a cabeça na lua, num outro mundo distante onde era fada e os seus cabelos longos e azuis.
Hoje a menina olha para si e vê que a beleza nunca a contemplou, esperou pela sua vez, mas nunca chegou.
Não é estilizada... É Botero
E os mochos?
Assim cresceu...
Nunca foi brilhante, era uma aluna média, mas sempre lhe diziam os professores que tinha capacidade para mais, só que não era aplicada... A verdade é que a menina sempre andou com a cabeça na lua, num outro mundo distante onde era fada e os seus cabelos longos e azuis.
Hoje a menina olha para si e vê que a beleza nunca a contemplou, esperou pela sua vez, mas nunca chegou.
Não é estilizada... É Botero
E os mochos?
Esses ... voaram!